Um gênero que há algum tempo não tem surpresas, por ter atingido uma espécie de perfeição nos controles e mecânica, o tiro em primeira pessoa precisa buscar sempre invações pelas beiradas. Nesta caso, isso deu-se de duas maneiras: com classes bem estabelecidas e com a introdução de "parceiros" dentro dos times antagonistas.
As classes são baseadas em importantes tropas de elite reais do mundo. São 10 tipos de combatentes, cada um com suas habilidades específicas. Para o teste, experimentei duas. Os norte-americanos da SFOD-D têm uma mecânica de identificação de oponentes através das paredes (dura poucos segundos por vez e demora a carregar) mas pouco poder de fogo (dependendo da surpresa). Já os australianos da SASR têm ótimo poder de fogo para combate de proximidade (cerca de 20% mais dano, mas pouco alcance). A diferença pôde ser sentida imediatamente. Simplesmente não é possível jogar ambos da mesma maneira.
A outra novidade, a parceria, acompanha situações encontradas em situações reais de combate nessas forças específicas. Cada soldado ou policial tem um parceiro, alguém com quem está habituado a trabalhar e conhece como pensa e seus movimentos. A primeira diferença dentro desse sistema é que você pode ver a silhueta do companheiro o tempo todo - mesmo através de paredes - simulando o entrosamento de ambos (existem também as possibilidades de fazer respawn junto do parceiro e ser revivido por ele). Como a comunicação verbal pode ser restrita ao colega, isso dá uma oportunidade de microgerenciamento do conflito - é muito melhor coordenar um ataque o defesa posicionando duplas entrosadas do que indivíduos.
Com a elogiada mesma engine de Battlefield 3, Medal of Honor: Warfighter tem previsão de lançamento para o dia 23 de outubro, para as plataformas Xbox 360, PCs e PlayStation 3.







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