terça-feira, 12 de junho de 2012

Ninokuni: Wrath of the White Witch

A essência do jogo é a mesma dos antigos: controlar um grupo de personagens por uma jornada imensa, aumentando os níveis através de batalhas de turnos, conhecendo novas cidades e dungeons até chegar no objetivo final.
As batalhas são de turnos e Oliver, o personagem principal, tem a capacidade de controlar monstrinhos que podem ser usados livremente nas lutas. Ao iniciar uma batalha (sim, há um corte para a cena de luta) você escolhe se quer lutar com o próprio Oliver ou enviar um dos monstros, cada um com habilidades específicas e úteis para certos tipos de inimigos, os outros dois personagens do grupo lutam sozinhos, de acordo com instruções pré-concebidas e alteráveis, mas também é possível controlá-los diretamente utilizando o botão L1 para alternar o personagem principal.

Durante a batalha, os comandos são bem tradicionais, ataque, magia, itens e defesa. A ação não para enquanto a escolha é feita, o que faz a luta ficar rápida e dinâmica. Acredito que uma opção para fazer a luta parar e escolher uma ação estará disponível no menu do jogo.

Por falar no menu, o que estava disponível no demo, aparentemente limitado, não possuía opções de linguagem falada, ou seja, se isso acontecer também na versão final, não será possível jogar com as vozes originais japonesas, que normalmente combinam melhor com o visual estilo anime. Apesar de tudo, a dublagem americana me pareceu bastante satisfatória.

Voltando ao combate, em uma batalha com um boss que era fraco contra ataques de vento, quando era atingido por uma magia de vento, aparecia um escrito “Chance!” indicando uma abertura em sua defesa, muito parecido com o “Stagger” de Final Fantasy 13. Esse momento é uma boa hora de se usar outro comando que fica disponível regularmente no menu, o “All out Atack” que, como o próprio nome diz, ativa o ataque atual de todos os membos do grupo de uma só vez.

Para não dizer que tudo são flores, algumas coisas me incomodaram nessa demo. Não tenho certeza, mas o jogo parece que estava rodando em 720p e percebi serrilhados excessivos que não são mais comuns em jogos atuais. Tive aquela impressão que o console estava ligado com um cabo AV normal ou configurado errado, até os vídeos me pareceram com a qualidade um pouco baixa de compressão. Fiquei intrigado para saber se era característica do jogo mesmo ou algum problema técnico.

Além disso, já na parte de jogabilidade, a movimentação do personagem é um pouco lenta, isso pode deixar cansativa a exploração depois de algumas horas de jogo. Um botão para correr viria bem a calhar.

Para os fãs de J-RPG’s, Ni no Kuni: Wrath of the White Witch é um prato cheio. A parte difícil será só esperar ate janeiro de 2013 para jogar.

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